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Foi iniciativa de Adriano Diogo a criação do Prêmio Beth Lobo de Direitos Humanos em 2012, quando presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, para premiar pessoas e entidades de destaque na defesa dos direitos das mulheres e no combate à violência de gênero. Foi autor da Resolução – ALESP nº 887, de 14/02/2013, que criou o “SOS – Violência Contra a Mulher”, com a atribuição de “colaborar com entidades públicas e/ou particulares na eliminação de ações de violência contra a mulher, tipificadas na Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 – ‘Lei Maria da Penha’.”

Na presidência do SOS Racismo da Alesp, homenageou os ativistas negros contra a ditadura no dia internacional contra a discriminação racial, em 21 de março de 2014. Também homenageou personalidades das religiões afro-brasileiras.

Entre as normas sobre verdade e memória, foi autor da Lei nº 15.554, que alterou a denominação do IML de Bauru, que tinha o nome de Jari Romeu, um dos 377 agentes de graves violações de direitos humanos segundo o relatório final da CNV, para IML Alberto de Souza, que foi um dos participantes da Revolução Paulista de 1924 e da Revolução Constitucionalista de 1932, bem como da campanha pela anistia e pelas Diretas Já”. Também foi autor do projeto da Lei nº 16.448, aprovada em 2017, que alterou a denominação da Escola Estadual Senador Filinto Müller, um dos torturadores de mais triste memória na República brasileira, para “Professora Sylvia Ramos Esquivel”, em Diadema. O governador Geraldo Alckmin vetou esta lei, mas a Alesp rejeitou o veto em maio de 2017.

Ele apresentou, apoiado por organizações da sociedade civil, o Projeto de Lei 1.257/2014, que institui o Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura no Estado de São Paulo, para criar mecanismos de prevenção e combate à tortura. Esse projeto tem encontrado muita resistência política e ainda não foi aprovado, apesar de a Procuradoria da República no Estado de São Paulo ter-se manifestado oficialmente, em 2016, pela tramitação do referido Projeto de lei em regime de urgência.

O Projeto Digitalização e Microfilmagem do Acervo do Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro foi viabilizado por emenda parlamentar de Adriano Diogo, que permitiu firmar um convênio com a Secretaria Estadual da Cultura em 2011.