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Ainda como Vereador, aprovou uma lei pioneira no país, instituindo coleta seletiva de lixo, durante a prefeitura de Luiza Erundina. As administrações de Paulo Maluf e de Celso Pitta interromperam a coleta.

Em seus mandatos, atuou na realização de seminários sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e na organização do Sistema de Mutirão de Autogestão em Moradia.

Aprovou a lei municipal 13.276, de 2002, a “lei das piscininhas”, que obrigou a execução de execução de reservatórios para coleta de águas pluviais em coberturas e pavimentos nos lotes, edificados ou não, que tenham área impermeabilizada superior a 500 m². A lei é fundamental para a prevenção de enchentes.

Foi um dos redatores dos capítulos de Meio Ambiente e de Saúde da Lei Orgânica do Município. Foi autor da emenda 20, de 2001, à Lei Orgânica, que introduziu o zoneamento geo-ambiental como uma das matérias que exigem quórum qualificado de três quintos dos membros da Câmara dos Vereadores, tornando-o matéria tão importante quanto o zoneamento urbano e o Plano Diretor (art. 40, § 4º, III).

1998 – preparaçao do livro Camara Municipal de SP 1560-1998 – 4 séculos de historia da Cidade.

 

Em 1999, Adriano Diogo apresentou projeto que seria aprovado em 2002, com a Lei nº. 13.425/02, criando o Conselho Municipal de Habitação, que substituiu o antigo Conselho do Fundo Municipal de Habitação. Sua lei representou uma renovação democrática para a política habitacional, pois o novo Conselho trazia as seguintes inovações:

  • Ser paritário, composto de 1/3 de representantes do Poder Público, ⅓ de representantes de entidades comunitárias e populares ligadas à
    habitação, e 1/3 de representantes de entidades da sociedade civil, com atuação também relacionada à habitação, que serão indicadas
    adiante (sindicatos de trabalhadores e patronais, universidades, etc.).
  • Ter o número de conselheiros ampliado de 10 para 48.
  • Ter atribuições mais amplas, não se restringindo à gestão do Fundo
    Municipal de Habitação, mas abrangendo toda a política habitacional e todos os recursos consignados à SEHAB.

Seu gabinete de Vereador realizou uma série de publicações destinadas à população, como o “Boletim Modus Vivendi – Remexendo o Lixo”, “Dialogando: comentários à Lei 11.866 de 13 de setembro de 1995 que institui o Plano de Atendimento à Saúde – PAS”, “Organizações Sociais: público e privado na saúde”.

Assista o vídeo com parte do documentário Mega Cidades que cita a importância de Adriano Diogo na área ambiental.