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Em fevereiro de 2015, participou da instalação da Comissão da Verdade da Democracia, em audiência pública na Alesp, com as Mães de Maio.

Adriano Diogo também colaborou com a Comissão Nacional da Verdade. Em depoimento à CNV, em 12 de dezembro de 2013, falou da tortura que sofreu, de outras vítimas da repressão e denunciou os torturadores, entre eles, Brilhante Ustra.

Depois do fim do mandato na Alesp, foi membro da Comissão da Verdade da Prefeitura de São Paulo, criada no governo de Fernando Haddad. O relatório final foi apresentado em dezembro de 2016, com 36 recomendações para a Prefeitura, e está todo disponível na internet.

Em razão de sua dedicação de décadas à garantia dos direitos humanos no Brasil, Adriano Diogo recebeu, em novembro de 2015, ou seja, quando já não detinha mandato político, recebeu o Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos, pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo.

 

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